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...Vivendo o ruído de cada dia que em cada tarde findada, lhe lembrava o Toque de Silêncio das manhãs que anoiteceram.
Emoção de entardecer, com saudade de madrugada.
(Toque de Silêncio, página 313)

António J. Branco, nasceu no concelho de Abrantes a nove de Novembro de mil, novecentos e cinquenta e sete.
Frequentou o Ciclo Preparatório em Abrantes, na Escola Preparatória Dom Miguel de Almeida e completou o Curso Geral dos Liceus (antigo 5º ano) no Colégio "La Salle". Terminou o ensino secundário (12º ano) em mil, novecentos e oitenta e nove, na Escola Secundária de Gago Coutinho; em Alverca, cidade onde reside actualmente.
Iniciou a carreira militar em mil, novecentos e setenta e sete, como voluntário, no Curso de Sargentos Milicianos, na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém.
Ingressou nos quadros permanentes do Exército, em mil novecentos e oitenta, após a frequência do Curso de Formação de Sargentos, em Lamego.
Frequentou o Instituto Superior Militar, entre mil novecentos e oitenta e nove e noventa e um, ascendendo à categoria de oficial; Quadro Técnico da Arma de Transmissões.
Iniciou a licenciatura de História em mil novecentos e noventa e oito, altura em publicou a sua primeira obra – MIRAGEM, poemas – sob o pseudónimo de Paulo Filipe.
Concluiu a licenciatura em História em dois mil e quatro, ano em que publicou MUNDOS, ficção narrativa, em parceria com Norberto Elias.
Na situação de Reserva desde dois mil e oito, exerce actualmente a actividade docente, numa escola de ensino profissional, em Lisboa.

Em Maio de dois mil e nove, publicou TOQUE DE SILÊNCIO.

Publicações:

MUNDOS (Ficção narrativa - 2004)

TOQUE DE SILÊNCIO (Ficção narrativa - 2009)

Como Paulo Filipe, publicou, Miragem - Poemas -, em 1998

 


«...E, no entanto, não percebendo eu quase nada de música, isso não impede que por vezes, ao ouvir uma melodia, me deixe enrolar, levar e emocionar, se calhar, só porque tenho sentimentos que alguém teve o condão de despertar. Pois foi isso que me aconteceu ao ler o “Toque de Silêncio”, uma espécie de sinfonia com um tema central onde se inscrevem os sonhos, as angústias, as exaltações e alucinações de um “autor escritor” a perpassarem na tessitura de múltiplas variações, com momentos, muito frequentes, em que nos surpreendemos a dizer, sem ninguém ali por perto: «que bonito!», «que interessante!», «que forma tão linda de contar!...»

Diamantino Gertrudes da Silva

(do Prefácio de Toque de Silêncio)

Actualização: 30-˙íâ-2010 . Comentários / sugestőes: ajsbranco@mundos.info